21.8.12

A execução fiscal digital estadual regionalizada

Segue trecho do projeto para centralizar as execuções fiscais estaduais em formato digital nas regionais criadas pelo presidente Sartori a partir de 2013. Segue somente parate do projeto.

As execuções já existentes em papel ficam onde estão. A FESP está vendo esse projeto com bons olhos...
 Havia um mapa do estado com as regionais agrupando as atuais circunscrições, mas não consegui copiar...


PROJETO CRIAÇÃO DEPARTAMENTO EXECUÇÃO FISCAL NO TJSP

OBJETIVO: elevar a agilidade no processamento digital, buscando o encerramento mais célere, visando o aumento da segurança jurídica.

PREMISSAS:
1.      Implantação de Unidades Digitais para processamento das Execuções Fiscais Estaduais nas Comarcas sede de Região Judiciária Administrativa;
2.      Obtenção de dados das ações de execução fiscal através do Controle do Movimento Judiciário no ano de 2011;
3.      Apontamento de até 30.000 feitos para Magistrados em ações de execução fiscal estadual;
4.      Atribuição de 1.000 feitos para Escreventes em ações de execução fiscal estadual;
5.      Necessidade de obtenção dos dados junto à SAD para avaliação da necessidade de locação de novos espaços e gastos com despesas de utilidade pública (água e esgoto, luz e telefone); tomamos por base a área de 5m2 utilizados para cada agente envolvido no trabalho e considerado 2/3 do valor de locação no Complexo Ipiranga – dado utilizado no estudo do INDG;
6.      Necessidade de adequação de todo custo de informática; utilizado como base o estudo para o Projeto Vara das Execuções Criminais.
7.      Valores de mobiliário foi considerado a diferença de custos apontados pela SAB para mobiliários de Magistrados, Diretores, Coordenadores e Escreventes.
8.      Obtenção de dados sobre a disponibilidade de Contadores na Vara da Execução Fiscal Estadual da Capital e avaliação do quantitativo para cada Região.


DISTRIBUIÇÃO POR FAZENDA E TOTAL

Estadual
REGIÃO
Anual
Mensal
01ª - Capital
120.273
10.023
02ª - Araçatuba
2.258
188
03ª - Bauru
3.391
283
04ª - Campinas
15.957
1.330
05ª - Presidente Prudente
3.104
259
06ª - Ribeirão Preto
7.239
603
07ª - Santos
5.595
466
08ª - São José do Rio Preto
3.817
318
09ª - São José dos Campos
3.848
321
10ª - Sorocaba
5.279
440
Total geral
170.761
14.230

20.8.12

Será mesmo?

São muitas especulações, muitas versões sem autoria definida e clara...


Advogados se queixam de julgamento ‘fatiado’ do mensalão e lançam ofensiva

Capitaneados por Thomaz Bastos, cerca de 20 defensores de réus levam petição a ministros para que Corte reconsidere decisão do processo por partes e classificam metodologia de 'aberração'

20 de agosto de 2012 | 3h 06
Fausto Macedo e Felipe Recondo, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Os advogados dos réus do mensalão insurgiram-se contra o fatiamento do julgamento no Supremo Tribunal Federal. Em petição que será protocolada nesta segunda-feira, 20, no gabinete do presidente da Corte, Ayres Britto, os principais criminalistas constituídos pela defesa sustentam que a fragmentação - proposta pelo ministro relator, Joaquim Barbosa - seria uma "aberração" e configuraria "julgamento de exceção".
Ministros do Supremo durante sessão de julgamento do mensalão - Beto Barata/AE - 16.08.2012
Beto Barata/AE - 16.08.2012
Ministros do Supremo durante sessão de julgamento do mensalão
É a mais pesada reação dos bacharéis contra a decisão do Supremo de dividir o julgamento da ação por capítulos, personagens e crimes, em vez de cada ministro ler seu voto sobre o processo de uma só vez. Os advogados chamam de "obscura" a ordem estabelecida, "que afronta o postulado do devido processo legal, bem como os dispositivos do Regimento Interno do STF".
Os advogados reivindicam esclarecimentos sobre o rito a ser adotado nas próximas sessões plenárias, o roteiro de votação e o cálculo de penas, no caso de condenações. "Reiterando sua preocupação com a realização de um julgamento de exceção, pedem deferimento", diz o texto.
A ofensiva dos advogados, sem paralelo na história da Corte, vai provocar impacto na cúpula do Supremo, pois coincide com a posição de parte dos ministros. A exemplo dos defensores, esses integrantes do STF se declaram confusos com os rumos do julgamento. "Nem sei quando vou poder votar", admitiu o ministro Marco Aurélio Mello.
Cópias da petição também serão entregues a alguns ministros, além do protocolo no gabinete de Ayres Britto. A estratégia é que um dos magistrados se manifeste na sessão desta segunda sobre a manifestação dos advogados.
Autoria. A petição foi pensada e redigida pelo criminalista Márcio Thomaz Bastos, ex-ministro da Justiça no governo Lula, defensor do executivo José Roberto Salgado, do Banco Rural. Com 53 anos de experiência, Thomaz Bastos declara "respeito e apreço" a todos os ministros. O texto contém argumentos técnicos e trata a Corte com reverência.
Subscrevem o manifesto cerca de 20 advogados, como José Luís Oliveira Lima (que defende o ex-ministro José Dirceu), Luiz Fernando Pacheco (José Genoino, ex-presidente do PT), Arnaldo Malheiros Filho (Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT) e Antônio Cláudio Mariz de Oliveira (Ayanna Tenório, ex-dirigente do Rural).
A banca de advogados sustenta que o fatiamento sugerido por Barbosa toma por princípio a versão acusatória, da Procuradoria-Geral da República, ao seguir a ordem da denúncia, método "ao qual se opôs de imediato" o revisor Ricardo Lewandowski.
Os advogados temem que, se prevalecer essa fórmula, ficará configurado fato excepcional na história judiciária do País. "Pior do que aquilo que o ministro Marco Aurélio denominou de 'voto capenga', por decidir, num mesmo julgamento, sobre uma imputação e não outra, teremos aqui um voto amputado, em que o ministro dá o veredito, mas não profere a sentença, numa segmentação alienígena."
Na quinta-feira, 16, Barbosa votou pela condenação do deputado João Paulo Cunha (PT-SP), do empresário Marcos Valério e de seus ex-sócios, mas não aplicou pena. "Nenhum magistrado brasileiro diz 'condeno' sem dizer a quê e a quanto", protestam os criminalistas.
Para os defensores, a metodologia que separa o julgamento em muitas partes caracteriza distinção excepcional entre veredito e sentença. "A prevalecer o fatiamento, haverá um juiz apto a proferir o primeiro (veredito), mas não a segunda (sentença), o que, para nossa cultura jurídica, é verdadeira aberração."
Os advogados pedem "acesso aos votos parciais do relator durante as sessões e em momento precedente à sua leitura, nas mesmas condições em que os recebe o procurador-geral da República" e mostram preocupação com a situação de Cezar Peluso. "Não bastasse essa situação de exceção, que desnatura a constitucionalidade do julgamento, temos a dificuldade da conhecida proximidade da aposentadoria compulsória do ministro Cezar Peluso (no dia 3), já que é inexorável a marcha do tempo."

17.8.12

Divisões no julgamento do mensalão

Essa vem do Congresso em Foco


Divisão no STF põe em risco julgamento do mensalão

Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski divergem duramente sobre cada ponto e levam com eles os demais ministros. O grau de tensão, que só tende a crescer, preocupa a Corte
Nelson Jr./STF
Julgamento do mensalão: onze ministros divididos e nervos à flor da pele
Uma divisão entre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) coloca sob risco o julgamento da Ação Penal 470. Discussões, acusações e trocas de farpas entre os integrantes da mais alta corte do país têm aparecido com cada vez mais frequência em plenário. Nestas 11 sessões até agora, ficou claro o antagonismo entre o relator do mensalão, Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski. Em especial, com relação a questões de procedimento, de como os integrantes da corte devem colocar suas posições e por quanto tempo.
A disputa entre Barbosa e Lewandowski chegou ao ápice ontem (16), quando o relator anunciou que apresentaria seu voto em oito itens. Ao fim de cada, os ministros votariam pela absolvição ou pela culpa dos envolvidos em cada um desses blocos. No fim, após a coleta de todos os votos, eles decidiriam o método e a pena de cada um. “Se primeiro ler as minhas 1,2 mil páginas, depois as 1,2 mil páginas do revisor… É uma aposta no caos”, argumentou Barbosa durante a sessão.
Lewandowski não gostou da proposta. Disse que o relator estava prejudicando o julgamento desta forma. Para ele, Barbosa deveria ler a íntegra do seu voto. Ele adiantou que, ao contrário do revisor, fez o seu voto individualizando a conduta de cada réu.  “Estou diante de uma enorme dificuldade. A metodologia é completamente distante da minha”, afirmou o revisor em plenário.
Durante a discussão, Barbosa pressionou os colegas. Disse que era capaz de o “julgamento terminar sem relator”. Fazendo referência ao seu estado de saúde – tem problemas no quadril e nas costas –, o relator queria convencer os outros ministros de que a melhor forma de votar seria a fatiada, por itens. A lógica do voto dele, do que foi revelado até agora, parte de como as agências de Marcos Valério se aproximaram do governo federal para chegar até à quadrilha supostamente chefiada por José Dirceu.
Diante do impasse, o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, sugeriu que cada ministro adotasse no seu voto a metodologia que achasse melhor. No entanto, a polêmica voltou à tona no fim. Após pedir a condenação do deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e dos três sócios das agências SMP&B e DNA, Barbosa abriu para o voto. Lewandowski mostrou novamente sua preocupação com a postura. Se Lewandowski votasse na ação como um todo, sem o fatiamento, ele anteciparia votos sobre réus ainda não mencionados pelo ministro relator, subvertendo toda a ordem do processo. Comungam da mesma opinião Marco Aurélio Mello, Celso de Mello, Cármen Lúcia e José Dias Toffoli.
Para não prolongar uma nova briga, o presidente do STF, Carlos Ayres Britto, encerrou a sessão. Imediatamente, ele, Marco Aurélio e Celso de Mello puxaram Lewandowski em um canto do plenário. “[A conversa foi] para chegarmos a um consenso. É um apelo que eu fiz. O que está em jogo é a instituição, que ficará manchada se nós não formos capazes de chegar a esse consenso”, relatou Marco Aurélio.
Talvez resultado da conversa, Lewandowski acabou cedendo. Ontem à noite, em entrevista aoJornal Nacional, da TV Globo, o ministro revisor disse que aceitar a metodologia proposta por Joaquim Barbosa o trará uma “dificuldade enorme”. Mas que, como seu ponto de vista foi vencido, vai aderir à posição do relator. O recuo de Lewandowski, porém, não encerra todo o problema. Há outros ministros que também acham que não é conveniente o fatiamento proposto por Joaquim Barbosa. Assim, o mais provável é que, na segunda-feira (20), quando o julgamento retornar, o tema seja posto novamente em discussão. “Não cabe a apreciação de forma homeopática, escolher a quem vai julgar em primeiro lugar e quais as imputações”, considera Marco Aurélio.
Peluso
O problema maior é que, a cada impasse como o de ontem (15), torna-se ainda mais lento o andar de um processo já em si complexo, com seus 37 réus agora, e 96 mil páginas. Ontem (15), os ministros já consideravam que vai ficando cada vez mais remota a possibilidade de o ministro Cezar Peluso dar o seu voto. Ele se aposenta compulsoriamente em 3 de setembro, quando completa 70 anos. Dos 96 votos que Joaquim Barbosa deverá emitir até o fim do julgamento, somente quatro ocorreram no primeiro dia do seu voto. Inicialmente, havia a expectativa de a leitura ocorrer em três sessões. Porém, até mesmo pelas condições físicas do ministro, isso hoje parece improvável. Joaquim deverá levar mais tempo.
Questionado ontem, Marco Aurélio, o único ministro da corte a conversar com os jornalistas após a sessão, respondeu laconicamente sobre a probabilidade cada vez maior de Peluso não conseguir votar: “É, é”.
O risco maior acontece agora se seguida a forma sugerida por Barbosa. Peluso pode votar nos primeiros casos e acabar não votando nos outros. “Corremos o risco de termos aí um acórdão capenga”, analisou Marco Aurélio Mello.
A crise
A disputa entre Barbosa e Lewandowski começou em junho, quando em sessão administrativa da corte definiu o cronograma do julgamento do mensalão. Com a iniciativa do relator, apoiado pelo presidente, uma proposta, feita por Celso de Mello, foi à votação. O revisor da ação penal não ficou sabendo da reunião. Tanto que não participou do encontro. Em plenário, chegou a dizer que tem obedecido o cronograma “definido à sua revelia”.
Com o recesso forense, imaginou-se que o clima ficasse mais tranquilo na corte. Porém, em 2 de agosto, primeiro dia de julgamento, Barbosa acusou Lewandowski de “desonestidade”. Isso porque o revisor resolveu acolher uma preliminar apresentada por Márcio Thomaz Bastos, advogado do ex-diretor do Banco Rural José Roberto Salgado, pedindo o desmembramento do processo. O clima esquentou, os ministros trocaram farpas e os colegas agiram para que a situação não piorasse.
Pessoas próximas a Joaquim relatam que, até então, ele não tinha motivos para reclamar da postura de Lewandowski. O que ele se queixa agora é que, durante o período de instrução do processo, Lewandowski nunca conversou com ele a respeito da Ação Penal 470. Para Joaquim Barbosa, se tais conversas tivessem ocorrido, as questões de método que estão surgindo agora poderiam ter sido esclarecidas entre os dois.
Na verdade, essa falta de diálogo entre relator e revisor acontece desde o início no caso do mensalão. No início, o ministro revisor era Eros Grau – Lewandowski só assumiu essa condição após a aposentadoria de Eros Grau, em agosto de 2010. Segundo assessores, Joaquim Barbosa e Eros Grau, da mesma forma, também nunca conversaram sobre o processo.

15.8.12

Mobilização na Vila Madalena

Isso aqui também é interessante...

Justice: What's The Right Thing To Do? Episode 02: "PUTTING A PRICE TAG ...

Tempos atrás eu compartilhei o primeiro capítulo da série. Agora vai o capítulo 2. Tem legendas em
inglês. Comecei a acompanhar os demais episódios e é muito interessante.

Novidades da gestão Sartori

Essa vem do blog do Fred.


Sartori destaca atividades no quadrimestre

O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Ivan Sartori, enviou aos magistrados um relatório sobre as principais atividades desenvolvidas por sua gestão no segundo quadrimestre de 2012.
A seguir, alguns tópicos selecionados pelo Blog:
a) Tratativas com o Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ayres Britto, e com a Ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para inclusão, no orçamento da União, de verbas destinadas ao Estado para fazer frente às despesas com o exercício da competência delegada federal (cerca de 1.500.000 processos em São Paulo, enquanto a 3ª Região da Justiça Federal tem 1.680.000);
b) Admissão de 929 servidores (que efetivamente assumiram exercício), graças a suplementação orçamentária de R$ 29.500.000,00. Já foram chamados 1300, número que se espera atingir até outubro (no ano passado foram nomeados 700);
c) Prognóstico de nomeação dos indicados ao cargo de assistentes judiciários pelos juízes de primeiro grau, com início em setembro de 2012;
d) Processo de admissão de 412 estagiários de nível superior e 900 de nível médio;
e) 3.538 precatórios expedidos, após choque de gestão no DEPRE; mandados de levantamento expedidos no Setor de Execução Contra a Fazenda Pública, diante de força-tarefa ali atuante: 9.163 ou R$ 768.941.528,88 (mais que o dobro do que expedido o ano passado inteiro). Contratação do precatório eletrônico e Resolução já aprovada pelo Órgão Especial, para realização do leilão de precatórios (está avançada a negociação com as Procuradorias Geral do Estado e do Município de São Paulo, para a implementação efetiva dos leilões);
f) Foi publicado edital para cargos técnicos de informática. Está na iminência de ser publicado o edital do concurso para o cargo de escrevente técnico judiciário para as Regiões Administrativas Judiciárias, marcada a data da primeira prova para o dia 2 de dezembro. Também está em vias de ser aberto concurso para os cargos de psicólogos e assistentes sociais judiciários;
g) Criação de forças-tarefa, a cargo da Corregedoria Geral da Justiça, para agilizar a tramitação de feitos de execução criminal e julgamento de benefícios de réus presos, liberando-se, desde março de 2012, 1.730 vagas no sistema prisional paulista, apenas em decorrência da força-tarefa (ou seja, sem contar os demais benefícios ordinariamente deferidos pelas Varas de Execução Criminal). Atualmente, a força-tarefa analisará execuções de medidas de segurança no Estado;
h) Foi encaminhado para a Assembleia Legislativa o projeto de lei que altera a nomenclatura dos juízes auxiliares da capital de entrância final, para que também se tornem titulares, além daquele a prever a criação de 200 cargos de Assessor Técnico de Gabinete para aproveitamento dos talentos sem que se caracterize desvio de função;
i) Término da licitação referente à vigilância armada, com a assinatura de dezenas de contratos e cobertura de toda a entrância final (já implementada), com prognóstico de cobertura das de inicial e intermediária até o final do ano.

14.8.12

Fórum de Carapicuíba

A situação é triste, e as perspectivas são poucas...

Atualizado em 14/08/2012
Prestes a desabar Fórum de Carapicuíba não tem data para ser reformado

Embora situação em Carapicuíba seja caótica, não há prazo para construção de outro prédio. Imóvel tem paredes e tetos rachados e infiltrações 
Da redação
(cotidiano@webdiario.com.br)

O governo do Estado vai construir um novo Fórum em Carapicuíba. A obra será feita por meio de PPP (Parceria Público Privada, mas ainda não tem data para sair do papel. Segundo a Secretaria Estadual da Justiça e de Defesa da Cidadania, edital de chamamento público para manifestação de interesse das empresas privadas no projeto está em fase de finalização.

A informação é uma resposta da secretaria à reportagem, publicada na edição do último sábado pelo jornal Diário da Região, sobre as condições precárias do prédio que atualmente abriga o Fórum da cidade.

Segundo denúncia feita pela Apatej (Associação Paulista dos Técnicos Judiciários), o imóvel tem paredes e tetos rachados e com infiltrações, apresentado inclusive risco de desabamento. Além disso, prateleiras estão desabando e há infestação, no local, de ratos, baratas e pombos.

Além da segurança, a saúde dos servidores e freqüentadores está em risco. A entidade afirma ainda que a temperatura dentro do Fórum, no verão, chega a atingir 38ºC, devido às telhas de amianto, material que tem o uso proibido, em todo o Estado, pelo risco de contaminação com produto cancerígeno.

Pedidos de adequação já foram encaminhados ao Tribunal de Justiça e o caso foi denunciado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Orçamento

Mais uma vez, recomeça a luta por um orçamento maior.

13/08/2012 - PRESIDENTE APRESENTA AO GOVERNADOR A PEÇA ORÇAMENTÁRIA DO TJSP


         O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Ivan Sartori, foi
 recebido hoje (13), no Palácio dos Bandeirantes, pelo governador Geraldo Alckmin. Na ocasião,
 apresentou oficialmente ao governador a peça orçamentária do ano de 2013 e fez questão de demonstrar
 os avanços obtidos pelo Poder Judiciário de São Paulo, relativos às atividades desenvolvidas 
no segundo quadrimestre de gestão. Do encontro, participam também o diretor da Escola Paulista
 da Magistratura, desembargador Armando Sérgio Prado de Toledo; a secretária da Justiça
e da 
Defesa da Cidadania, Eloisa de Sousa Arruda; o secretário da Casa Civil, Sidney Beraldo;
o secretário 
do Planejamento e Desenvolvimento Regional, Julio Semeghini; e o juiz assessor da Presidência,
Guilherme de Macedo Soares.

        Campeãs olímpicas – Coincidentemente à chegada do presidente Ivan Sartori ao Palácio 
da Justiça acontecia a solenidade de entrega de medalhas à bicampeã seleção feminina de vôlei.
O governador ao notar a chegada do presidente do TJSP o convidou para a mesa de trabalho da qual 
participavam, além do governador, o presidente da Federação Paulista de Vôlei, Renato Pera,
 e o secretário estadual de Esportes, José Benedito Pereira Fernandes. No evento, fizeram uso 
da palavra o técnico José Roberto Guimarães, que agradeceu a homenagem, os familiares e o
 povo brasileiro. O governador também agradeceu às ‘melhores atletas do mundo’: “nós todos nos 
sentimos representados pela vitória de vocês”.
        Comunicação Social TJSP – RS (texto) / AC (fotos)

13.8.12

Artigos novos

Tem 2 artigos novos na aba de ambiental. Tem também sentença nova na aba de sentenças.

Novos julgados do TJ/SP a respeito de prescrição

0314826-46.2009.8.26.0000   Apelação   
Relator(a): Erbetta Filho
Comarca: Osasco
Órgão julgador: 15ª Câmara de Direito Público
Data do julgamento: 02/08/2012
Data de registro: 08/08/2012
Outros números: 9962935300
Ementa: PRESCRIÇÃO Execução Fiscal ISS e Taxa de Licença Exercícios de 1994 a 1997 Município de Osasco Inocorrência Recontagem do prazo a partir do ajuizamento da execução Precedente do STJ ao qual imprimiu-se o regime do art. 543-C Apelo voluntário provido para afastar-se a prescrição.

0133717-94.2012.8.26.0000   Agravo de Instrumento   
Relator(a): Antonio Carlos Villen
Comarca: Osasco
Órgão julgador: 10ª Câmara de Direito Público
Data do julgamento: 30/07/2012
Data de registro: 02/08/2012
Outros números: 1337179420128260000
Ementa: EXECUÇÃO FISCAL. Sócio. Prescrição intercorrente. Escoamento do prazo de cinco anos entre a data da citação da empresa e pedido de inclusão dos sócios no pólo passivo da demanda. Art. 174, I, do CTN, na redação da LC 118/2005. Decisão que reconheceu a prescrição em face dos sócios. Recurso não provido.

0109038-69.2008.8.26.0000   Apelação   
Relator(a): Ferreira Rodrigues
Comarca: Osasco
Órgão julgador: 4ª Câmara de Direito Público
Data do julgamento: 16/07/2012
Data de registro: 17/07/2012
Outros números: 8135305000
Ementa: Execução Fiscal Pretendida cobrança de ICMS no exercício de 1.990Prescrição intercorrente da empresa executada Inocorrência Inteligência do art. 40, § 4º, da lei nº 6.830/80 Inclusão dos sócios no pólo passivo mais de 12 anos após a citação da aludida empresa Prescrição Ocorrência Inteligência do art. 174 do CTN Sentença de extinção Recursos parcialmente providos
0029710-34.2011.8.26.0405   Apelação   
Relator(a): Danilo Panizza
Comarca: Osasco
Órgão julgador: 1ª Câmara de Direito Público
Data do julgamento: 26/06/2012
Data de registro: 02/07/2012
Outros números: 297103420118260405
Ementa: IPVA CONSTITUIÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO TERMO INICIAL DAPRESCRIÇÃO DATA DA NOTIFICAÇÃO DO CONTRIBUINTE - IRRESIGNAÇÃOPRESCRIÇÃO MANTIDA. Sendo o IPVA imposto sujeito a lançamento de ofício, a constituição do crédito se dá no momento da notificação para pagamento e, não, na data da lavratura do auto de infração que aplicou multa em razão do não pagamento do tributo. Decisão mantida. Recurso negado